quarta-feira, 11 de novembro de 2009

poecacto

foto: cactus/flickr/L Lemos

a poesia fere,corta,
machuca,retalha,
dói e estraçalha.
mas guarda em si
a seiva
a água fresca
que mata a sede do poeta
nos desertos estéreis.

5 comentários:

nina rizzi disse...

DANILOOOOOOOOOOOOOO!!! (vc mereceu minhas letras maiúsculas!):

cara, eu im mais cedo na net, fiz umas coisas, visitei uns blogues, fui pra casa e me lembrei de vc: caralho, cad~e esse cabra que sumiu (sua poesia), oltei aqui só pra te perguntar e a bela surpresa na minha atualização de blogues incríveis. entro na sua página e HFIVBNEIUVBEIUVBEIUVBEKUVBE.. que isso cara, assim vc mata a sede dum mundo inteiro...

beijo, visse.

António Gallobar disse...

Olá amigo Danilo de Abreu Lima

Peço desculpa pela confusão pela troca do nome, mas não sei como foi a confusão, mas foi o poema que eu quiz comentar e isso está correcto. Concordo e muito com este é simplesmente maravilhoso como o amigo se exprime. Muitos parabens

Abraço

Adriana Godoy disse...

e o cacto sobrevive ao frio, ao calor , como a poesia. Belo poema, Evoé, Danilo. beijo.

Marcelo Novaes disse...

Danilo,




Faz tudo isso. Mas também nutre.




Abração,






Marcelo.

maria neusa disse...

Que bom que achei seu blog....beijos felizes da maria neusa